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09
Mar
12

Desastre como Fukushima pode ocorrer em qualquer central

Aviso é da Greenpeace, que apresentou um relatório que aborda as principais consequências do desastre nuclear

 

 

A dois dias do 11 Março 2011...

Um acidente como aquele que ocorreu há um ano em Fukushima, Japão, poderá repetir-se em qualquer central nuclear do mundo, assegurou a organização Greenpeace, por ocasião da divulgação de um relatório que aborda as principais consequências do desastre nuclear.

O documento intitulado «As lições de Fukushima», publicado poucos dias antes do primeiro aniversário do tsunami e do acidente nuclear que devastaram o nordeste do Japão em março de 2011, refere que «em cada sete anos, em média, ocorreu um acidente nuclear no mundo de dimensões graves ou muito graves».

Para a Greenpeace, as principais razões que desencadearam o acidente de 11 de março do ano passado estão relacionadas com a vulnerabilidade do reator, com uma regulação frágil e com os erros sistemáticos da segurança nuclear.

Segundo a organização ecologista, não foi o terramoto nem o tsumani que provocaram o acidente na central Fukushima Daiichi, «mas sim os erros do governo japonês, dos reguladores e da indústria nuclear».

Esta ideia foi partilhada por Raquel Montón, a responsável pela campanha antinuclear da Greenpeace, durante a apresentação do relatório em Madrid, na qual também participou Sadako Monma, diretora de um jardim-de-infância na cidade de Fukushima, que relatou a situação atual da população da região.

 

Milhares de operários continuam batalha em Fukushima um ano após tsunami

 

A Tepco reconheceu que a gestão da exposição às radiações deveria ter sido mais rigorosa

Fukushima - Os reatores de Fukushima estão em 'parada fria', e a central sob aparente controle, mas um ano depois do acidente nuclear mais grave desde o de Chernobyl, a unidade de Daiichi é ainda uma área proibida, onde milhares de operários desafiam a cada dia a radioatividade.

Após a confirmação, em dezembro, de que os reatores danificados pelo devastador tsunami de 11 de março do ano passado estão de forma estável abaixo dos 100 graus centígrados, os trabalhadores se centram agora em evitar vazamentos e preparar a retirada das varetas de combustível nuclear.

Esta última é a operação de maior dificuldade técnica, e a Tepco, operadora da central, calcula que completá-la pode levar cerca de 25 anos, aos quais se somarão outros 15 para desmontar definitivamente os reatores danificados.

Atualmente, cerca de 3 mil operários da Tepco e de empresas como a Toshiba (que projetou a unidade 3) e terceirizadas entram a cada dia na unidade para injetar água nos reatores, conduzir o sistema de circulação do líquido, controlar o equipamento de medição ou retirar escombros radioativos, entre outras operações.

O reator 1 já está coberto por uma lâmina de poliéster a fim de conter as emissões, enquanto o prédio do reator 2 parece por fora intacto, embora em seu interior a radioatividade seja muito elevada. No final de fevereiro, medições efetuadas por um robô indicavam um altíssimo nível de até 200 milisieverts por hora.

Os vazamentos destas duas unidades ao exterior estão no entanto controladas, por isso os trabalhos prioritários se centram no prédio do reator 3 (sem teto e transformado em uma massa de ferros por causa de uma explosão de hidrogênio em março) e na piscina de combustível da unidade 4.

Nesta última estão sendo retirados, pouco a pouco, os escombros da parte superior com a ajuda de um guindaste para abrir um espaço que permita a retirada das varetas de combustível do interior da piscina.

Ao lado da unidade 3, onde se concentram os maiores níveis exteriores de radioatividade da usina (até 1.500 microsieverts por hora), está sendo construída uma estrutura que servirá no futuro como base para equipamentos manuseados por controle remoto.

Um muro de mais de 14 metros levantado com sacos separa o prédio do mar, no qual, apesar dos esforços para deter vazamentos radioativos, nos últimos meses foram parar toneladas de água contaminada.

Recentemente, os trabalhadores começaram a cobrir com cimento o leito marinho próximo à central para evitar que se propaguem elementos como o estrôncio-89 e o estrôncio-90 - este último com uma vida média de 29 anos -, ambos detectados no litoral.

A água contaminada acumulada na central foi um dos grandes problemas que os trabalhadores de Fukushima Daiichi tiveram que enfrentar nos últimos meses, embora boa parte já se armazene em mil contêineres com capacidade total para 165 mil toneladas de líquido.

Apesar da alta radioatividade em alguns pontos, os responsáveis pelo complexo insistem que os vazamentos estão controlados. Enquanto nos primeiros dias da crise foi informado que havia níveis de até 10.000 microsieverts por hora no local, agora o máximo no exterior são os 1.500 detectados em frente ao reator 3.

Apesar disso, a área de exclusão de 20 quilômetros em torno da central continua sendo um território abandonado, do qual tiveram que se deslocar precipitadamente cerca de 80 mil pessoas que ainda não têm data de volta.

Na área trabalham desde o começo do ano equipes das Forças de Autodefesa para descontaminar os prédios públicos, e está previsto que empresas privadas se encarreguem de limpar o resto do território, onde o nível de radioatividade varia segundo os municípios.

Em muitos lugares ao norte da central, para onde o vento arrastou as substâncias radioativas, as leituras são de até 50 milisieverts anuais, e em municípios como Futaba, ao pé da unidade, se detectam até 470 milisieverts anuais.

O governo do Japão deve revisar em abril as restrições na zona de exclusão e permitir o retorno por períodos dos moradores das áreas onde haja uma radioatividade de até 20 milisieverts anuais.

Naquelas que apresentam até 50 milisieverts anuais, será permitida a passagem restrita, enquanto as que apresentarem mais desse nível serão decretadas, por enquanto, 'zonas inabitáveis'.

 

 

A comida nem sem sempre é o mais importante, para um Homen arroz e umas latas de comida é mais do que suficiente.

 

 Comida continua contaminada...

 

O senhor Naoto Matsumura vem de uma velha família de samurais. Diz que o pai o educou de forma severa. Isso ajudará a compreender a decisão que tomou. Quando o governo mandou evacuar a zona em torno da central nuclear devastada em Fukushima, toda a gente teve de sair. Matsumura também foi. Mas depressa compreendeu que não ia aguentar viver num abrigo para refugiados. Portanto, voltou. Atualmente é o único residente da vila de Tomioka. Robusto e em forma aos 52 anos, não teme a solidão. Separado da mulher há uma década, e com os  filhos crescidos a viverem próximo de Tóquio, as únicas criaturas que dependem dele são os animais: algumas centenas de vacas, porcos, aves, cães e gatos. Metade do seu dia é passado a alimentá-los. Muitos morreram já, e ele lamenta que o governo não recolha as carcaças. Respondem-lhe sempre que naquela área nada se pode fazer. Mas toleram a sua presença. Com o fornecimento de eletricidade parado, ele recorre a dois pequenos geradores, que alimenta com petróleo, comprando em excursões mensais à cidade mais próxima. Relativamente a comida, fica-se pelo arroz e os enlatados, não o regime mais saudável, admite. Quanto ao risco principal, o de cancro, Matsumura está bem ciente, mas diz que neste momento o preocupa mais a possibilidade de ficar sem cigarros. Com o stresse que lhe provoca a situação atual, explica, seria um risco bastante maior do que qualquer outro.

 

 

Solidariedade

 

Não sei bem como fazer mas gostava imenso de poder ajudar estas pessoas de Fukushima.

Seria um gesto muito bonito poder angariar um saco de arroz e uma lata de comida e enviar para este refugiados das pragas nucleares humanas… de quem ninguém pode fugir.

O abandono das suas terras foi necessário, deixar tudo e procurar refugio para salvar as vidas que mesmo assim já poderia ser tarde.

Vamo-nos juntar e doar um quilograma de arroz e uma lata de comida, se assim quiseres contacta-me, michaelroc@gmail.com

Tentarei juntar pelo menos uma tonelada de cada e depois encontrar um método de enviar para o Japão.

Sei que estamos numa época difícil em Portugal mas podemos a seguir a este evento digno fazer outros para quem realmente precisa, talvez um dia sejamos nós a precisar…

 

Obrigado!

 

 

 

publicado por Chef Michael Rocha às 15:24

| B iografia |

 

Julgo que é mais importante mencionar alguns factos importantes como surgiu este gosto pela cozinha, onde tem origem esta vontade de “ser alguém” no mundo da cozinha?

Comecei a cozinhar muito cedo com a ausência da minha mãe. Não quero mentir, não sou muito bom em datas, mas com sete ou oito anos já cozinhava alguma coisa e com 10 anos cozinhava a sério e com 15 anos já era um cozinheiro por necessidade.

Quando comecei a trabalhar nesta área, aliás, quiseram-me na Cozinha por mero acaso, o Cozinheiro para uma festa de Fim de Ano de uma Empresa de Eventos, despediu-se a ultima hora e quem acham que foram buscar. É mesmo, como eu digo na “hora certa no local certo”. Tentei durante estes anos todos ser cada vez melhor e aperfeiçoar-me. Tinha uma vocação natural, é o que me diziam, um dos meus grandes segredos do empenho e do suposto sucesso que tenho tido é nunca me ter desviado deste caminho de ser já um cozinheiro chefe como ter um Dom para tal e ponto final.

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