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Chef Ratatui é o blog que vem ultrapassar barreiras geográficas... apesar de ser um espaço virtual pretende-se que se sinta ao meu lado a confeccionar as melhores receitas de culinária... simplesmente a Receita para o Bem-Estar!
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A Suécia, o maior e o mais industrializado dos países nórdicos, é escassamente povoada, e seu território é quase totalmente ocupado por florestas e lagos. O extremo norte do país, dentro no Círculo Polar Árctico, tem temperaturas extremas. Os suecos têm uma relação forte com a água: o país é todo cortado por rios e canais e possui um litoral cheio de ilhas e penínsulas.

 

A Suécia oferece uma sucessão de belas paisagens impolutas de lagos e montanhas praticamente desertas. Lagos, por exemplo, existem milhares deles, de todos os tamanhos. O maior lago da Suécia é Värnern, que é também um dos maiores da Europa. Um dos lagos mais bonitos é o Mälaren, perto de Estocolmo, onde há castelos que podem ser visitados.

 

Muitas cidades da Suécia possuem atracções turísticas importantes. É o caso de sua capital, Estocolmo, rica em museus e que conserva um charmoso centro histórico.

 

Além de Estocolmo, há outras cidades ou regiões que merecem ser incluídas em um roteiro de viagem pela Suécia: Gotemburgo, Malmo, Uppsala, Vaxjo,Gotland e a região de Dalarna.

 

Com um sistema social avançadíssimo, é uma nação que oferece uma invejável qualidade de vida ao seu povo. As cidades suecas, mesmo as maiores, como Estocolmo e Malmo, não são demasiadamente grandes. Limpas, seguras e organizadas, parecem (ao menos para nós, portugueses) desconhecer problemas sociais.

As regiões rurais são altamente produtivas e com um padrão de vida semelhante ao do meio urbano.

 

Desde a época das expedições dos temíveis e barbudos vikings até os dias de hoje, quando a princesa real anda de bicicleta pelas ruas de Estocolmo, a história sueca é permeada de particularidades, tais como a persistência de uma religião pagã (a nórdica, dos deuses que, como Thor, dão nome aos dias da semana em várias línguas) até o século XI, quando se adoptou o cristianismo.

Enriquecida pelo comércio desde os primórdios da era moderna, a próspera Suécia adopta uma postura neutra nas relações internacionais, sendo um dos raros países europeus que não se envolveu na Primeira nem na Segunda Guerra Mundial.

Viajar pela Suécia é uma experiência interessante em razão de suas paisagens -- algumas realmente grandiosas -- de suas cidades, algumas, como Estocolmo, com um belo centro histórico, importantes museus e uma óptima gastronomia. Enfim, a chance de conhecer de perto o estilo de vida de uma sociedade particularmente avançada.

 

Aqui estou eu a quase 4.000 Km´s de Portugal mais perto da Capital da Noruega do que da Cidade Berço da Suécia, cerca de cento e poucos de Oslo e a 398Km’s de Stockholm que para mim é uma Cidade muito Bonita e muito interessante para se viver.

 

Olssons Brygga

 

Ora estou em Arvica, cidade com cerca de 30.000 habitantes mesmo no centro do pais pertence a região de Värmland. Fria mas para os locais quente como de um Verão no Alentejo, pelo menos todos andam de manga curta de shorts e sandálias, enfim é o Verão deles, solstício de Verão, adoram e veneram o Sol.

Pois quem dera, só têm 30 dias de sol por ano, que nesse período não baixa do horizonte. Sol da meia-noite, é verdade, eu confirmo.

 

Foi a Gastronomia que me levou mais uma vez a viajar, e desta vez por um período mais longo do que habitual. “Restaurangen – Olssosn Brygga e não esta mal escrito é mesmo assim.

 

Que desafio, centenas de refeições por dia e todas tão simples, peixe ou carne, eles adoram carne mas no Verão são devoradores de Peixe. Gös (lúcio,pike-perch, pikeperch), Röding (laxfisken Salmo salvelinus) e Lax (Salmão), este excelente. Historicamente conhecida pela sua pouca diversidade a culinária sueca vem aceitando e adoptando novos sabores e incorporando ao seu cardápio.

Talvez o único tempero que, pra nós exótico, eles usam é o Endro( Dill) .
Parece uma erva-doce porém com cheiro e característica diferente. Usado em molhos que acompanham peixes, batatas cozidas ,ou mesmo salpicado sobre um peixe assado.

A comida por aqui tem sido interessante. Não há nada muito exótico, só usos diferentes das mesmas coisas que costumamos comer , com muita batata e molho doce de preferência.

Tanto na Suécia como nos outros países da Escandinávia, se come muito peixe, e por isso estou me dando super bem, adorando na verdade. Alimentação saudável aliada ao uso constante das bicicletas para transporte com certeza deve influenciar de forma positivíssima na saúde. De tudo que experimentei até agora três merecem destaque:

 

Sill é o nome em sueco do arenque. Mas aqui ele é comido cru. Ou quase isso, o peixe é cortado em pedaços e marinado – peixe em conserva. O resultado é um quase sushi mesma textura, mas com gosto meio adocicado. O prato é servido com batata cozida, sour cream e endro. É meio polêmico, mas eu gostei.

 

Caviar, Calma, não é o que voces estão pensando. Caviar aqui é super comum, barato, vendido no supermercado para meros mortais e o mais interessante, vem num tubo igual ao da pasta de dente. Tem um tom cor de rosa (parecida com salmão), o gosto é bem leve e a textura…hummm..interessante.

Confesso que não sou muito fã. O comum é comer com pão duro bem fino e crocante

 

E por último as almôndegas suecas. Sinceramente não encontrei nada demais nelas. São normalmente menores que as que temos em Portugal. Mas aqui elas não vão só no molho. São comidas geralmente com batata, com ou sem molho e um doce a base de frutos silvestres. Aqui tudo é doce e felizmente consegui inserir o Azeite na Gastronomia deste Restaurante. Imagina que usam um Oléo que se chama Repsol, publicidade a parte, que servia para tudo, saladas, fritar, assar, gisar, etc…

 

Mais uma mãozinha portuguesa, neste mundo.

 

 

Um abraço da Escandinavia e até breve e claro Bom Apetite!!!

publicado por Chef Michael Rocha às 02:37

| B iografia |

 

Julgo que é mais importante mencionar alguns factos importantes como surgiu este gosto pela cozinha, onde tem origem esta vontade de “ser alguém” no mundo da cozinha?

Comecei a cozinhar muito cedo com a ausência da minha mãe. Não quero mentir, não sou muito bom em datas, mas com sete ou oito anos já cozinhava alguma coisa e com 10 anos cozinhava a sério e com 15 anos já era um cozinheiro por necessidade.

Quando comecei a trabalhar nesta área, aliás, quiseram-me na Cozinha por mero acaso, o Cozinheiro para uma festa de Fim de Ano de uma Empresa de Eventos, despediu-se a ultima hora e quem acham que foram buscar. É mesmo, como eu digo na “hora certa no local certo”. Tentei durante estes anos todos ser cada vez melhor e aperfeiçoar-me. Tinha uma vocação natural, é o que me diziam, um dos meus grandes segredos do empenho e do suposto sucesso que tenho tido é nunca me ter desviado deste caminho de ser já um cozinheiro chefe como ter um Dom para tal e ponto final.

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